quarta-feira, 11 de junho de 2008

I will dance

International students dancing African dance at Hald 07/08

The most popular dance at Hald Internasjonale Senter 07/08 started at the very beggining: at Welcome Party for the Norwegians students. Throughout the school year we could see it again being presented it other places. Last Sunday it wasn't different: we ought to have this dance at Hald Day (Kulturstunt). "If the Spirit of the Lord is upon me, I will dance like David danced". Let the Nations praise His name!

Uma das atrações mais comuns no Hald nesse ano 2007-2008 foi uma dança e começou bem no início: na Festa de Boas-Vindas para os estudantes noruegueses em agosto passado. Ao longo do ano escolar, pudemos ver e rever essa coreografia em diferentes ocasiões. Domingo passado não foi diferente: ela foi reapresentada no Hald Day. "Se o Espírito do Senhor está sobre mim, dançarei como Davi". Que as nações louvem o nome do Senhor!

domingo, 8 de junho de 2008

Counting days


"Teach us to number our days aright,
that we may gain a heart of wisdom
".
Psalm 90:12



Now it is less than a week in Norway. Time has gone fast. Life has changed. Experiences have made me different and taught me a lot. Memories... Words tent to scape in such moments and, if not, I think they are not capable to say everything we wanted to. My prayer is as the psalmist's: Teach me, Lord. May Your daily teachings give me a heart of wisdom.

sábado, 7 de junho de 2008

Olhando para trás

A volta para o Brasil se aproxima. Em menos de uma semana, estarei de volta à minha terra natal. Esses momentos estão repletos de despedidas, expectativas e também de reflexões. Algumas perguntas eu mesmo tenho me feito. Outras são constantes e vêm de outros.

Essas perguntas costumam girar em torno do que vivi, do que tenho vivido e do que viverei. Em outras palavras, estão relacionadas ao passado, presente e futuro. Perguntas que são definidas (ou não - não é, futuro?) pelo tempo.

Por ser jovem (ainda), eu tenho a tendência de estar bastante concentrado no futuro. Acho que foi assim também com aqueles já adultos e/ou idosos.
Ao longo desses últimos tempos, tenho pensado também na importância do dia-a-dia. Talvez por eu estar presente, consigo entender mais o presente. Ele me parece mais tangível. Acho que é nessa instância que tenho mais segurança, porque, de uma forma ou de outra sei o que acontece; vejo, ouço, sinto, decido, faço ou não. Até que ponto essa segurança me liberta ou aprisiona é questionável.
Acabei de falar do presente, ele acaba de se tornar passado. É assim: da efemeridade da minha segurança, daquilo que me era tangível ou que eu diria entender, conhecer, brota o passado.
Hoje decidi olhar para o meu passado. Quero fazer esse exercício de maneira nova assim como o sábio Salomão sugeriu: "Lembra-te também do teu Criador nos dias da tua mocidade" (Eclesiastes 12.1). Assim eu olho para trás! Nesse momento de minha vida, lembro dEle: que diferença Ele tem feito! Quero continuar vivendo o dia-a-dia lembrando do meu Criador, do meu Senhor!
Hoje, o Senhor segura a minha mão. Com um sorriso nos lábios Ele me convida a olhar para o caminho trilhado com Ele. "Viu, filho!? Eu te falei que a caminhada seria diferente!". Eu, com o coração contrito, agradeço-O, adoro-O. Ele continua: "Mas vamos continuar...". Em fé, meus olhos se voltam para os dEle. Como criança que atravessa a rua, deixo com que o Pai segure firme a minha mão e ensaio os primeiros passos do que está por vir.

terça-feira, 27 de maio de 2008

Aprendendo e ensinando

Ontem e hoje, eu, Roger, Nan, Glad and Sak estivemos numa escola aqui em Mandal para darmos aulas para quatro classes.

Nós tínhamos planejado há bastante tempo o que iríamos fazer. Mas é sempre empolgante antes de começar, porque não sabemos como as coisas vão sair, como tudo vai acontecer.

No primeiro dia, encontramos dois grupos com cerca de vinte alunos cada, na idade de doze anos. Pudemos conduzir a aula em inglês. Tivemos algumas canções, danças, jogos e algumas informações sobre os nossos países.

Hoje também encontramos duas classes: ambas com estudantes de seis anos de idade. Assim, tivemos que falar norueguês. Tudo correu bem! Cantamos com eles uma música para nos apresentarmos, assim cada um podia falar o seu nome. Depois, usamos um mapa para mostrar onde ficam os nossos países no mundo: Brasil, Laos, Tailândia, Camarões e Madagascar. Eles também puderam ver as nossas bandeiras.

Não posso negar que foi um desafio e tanto para mim e, acredito, para todo o grupo. Ensinar para crianças é uma tarefa bem desafiadora e recompensadora simultaneamente.

Eu não era tão ligado em trabalhos com crianças e pude aprimorar muito isso durante esse tempo aqui na Noruega. Eu fiquei bem próximo delas e pude aprender muito nesse exercício.

Tanto o trabalho que desempenhei no Barnegospel (em Avaldsnes) quanto essa experiência recente na escola me ensinaram muito. Eu até pergunto: quem é que aprendeu mais?