quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Esquiando

Eu vou lembrar dos dias 9 e 10 de fevereiro de 2008. Acredito que 21 é uma boa idade para se experimentar pela primeira vez na vida o esqui. A data foi marcante por isso. Junto de minha família norueguesa, pude conhecer e descobrir o que, de fato, é um esqui.

O lugar que testemunhou o fato chama-se Gullingen (região oeste da Noruega). O cenário, branco de neve. Os pequenos morros, algumas árvores sem folhas e, felizmente, algumas poucas pessoas são as testemunhas dos primeiros e engraçados tombos que marcam essa nova experiência.


De estréia, tive uma caminhada de esqui que durou cerca de três horas. O esforço não é nada diante das paisagens que pude encontrar. Enquanto olhava e contemplava, aproveitava para descansar as pernas.


E, por falar em pernas, esse esporte mexe com todo o nosso corpo. Para se manter de pé e conseguir ir para frente, cabeça, tronco e membros têm de estar ajustados e ativados. Como estreiante, o dia seguinte vem acompanhado de uma dorzinha incômoda nas pernas. Mas isso não impede você de aceitar mais uma "esquiada" e provar uma outra modalidade do esporte.

Assim aconteceu. Tentei também pela primera vez o descer de uma montanha no esqui. A modalidade que se chama, em norueguês, "slalåm" e, em inglês, "downhill" ou "alpine skiing". Traduzindo de maneira clara: consiste em subir uma montanha - com uma espécie de elevador - e descer esquiando. O esqui e os sapatos são diferentes do que se usa para a primeira modalidade que pratiquei.Esse você não pode tentar sozinho pela primeira vez mesmo. Cheguei lá em cima da montanha e disse para meu instrutor quando me deparei com a descida deslizante e contínua de uns quinhentos metros abaixo: "Uau! A gente tem que descer por aqui mesmo?".


Aos poucos, fui descendo, ziguezagueando a montanha. Quando a velocidade aumentava demais e eu não conseguia manejar os esquis para diminuí-la (pois é, você aumenta e diminui a velocidade com os seus próprios pés), a minha solução era assentar, ou melhor, cair de bumbum no chão.


Normalmente, a descida é rápida: cerca de um minuto ou menos para quem sabe. Lembro de um menino com cerca de nove anos que passou por mim três vezes. Acredito que a minha descida inaugural levou uns dez minutos. Mas o importante é que consegui chegar no pé da montanha novamente.


Mais uma experiência marcante.


segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Give me Jesus


In the morning when I rise,
give me Jesus

And when I am alone,
give me Jesus

And when I am afraid,
give me Jesus

You can have all this world,
but give me Jesus

Video from: http://link.brightcove.com/services/link/bcpid1137883267/bclid1151560148/bctid1330349674

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Jesaja 41.9 - Isaías 41.9

I går var jeg på Ungdomsklubben igjen på Karmel bedehuset. En gutt hadde andakten og Gud snakket med meg.

"Jeg hentet deg fra jordens ender
og kalte deg fra dens ytterste grense.
Jeg sa til deg: «Du er min tjener,
jeg har utvalgt deg og ikke støtt deg bort".

Ontem, eu estva na reunião com os adolescentes no lugar onde trabalho. Um garoto levou uma mensagem simples que foi palavra de Deus para minha vida.

"Eu os tirei dos confins da terra,
de seus recantos mais distantes eu os chamei.
Eu disse: Você é meu servo;
eu o escolhi e não o rejeitei".

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Ouve aí!

Menino recupera a audição de um ouvido após 9 anos... era um cotonete!


Durante nove anos, Jerome Bartens teve que se virar com apenas um ouvido. A família acredita que o menino inglês tenha colocado, sem que ninguém notasse, um cotonete no ouvido direito quando tinha 2 anos. E assim ficou por quase uma década. Ao completar 11 anos, o fim da "deficiência": um milagre na forma de ponta de cotonete.

Jerome agora respira aliviado, depois que o corpo finalmente venceu a batalha e expulsou o algodão "fossilizado". Por nove anos, o menino conviveu com as limitações de ser surdo de um ouvido, relata o "Daily Mail". Os médicos consultados diziam simplesmente não saber o que fazer. Mole?

Por causa do "problema" no ouvido, Jerome sempre teve dificuldade na escola e era discriminado por outros alunos. Em casa, precisava assistir a TV em volume alto e sempre as pessoas gritavam com ele para ser ouvidas. "Quando estávamos no jardim eu precisava gritar oito ou nove vezes para que Jerome me ouvisse", contou o pai, Carsten Barten.

O pai - e eu! - quer saber como é que nenhum médico foi capaz de detectar o corpo estranho no ouvido do filho! Algum médico leitor poderia me ajudar a entender?

*Texto e foto extraídos do blog Page not Found - Fernando Moreira
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Incrível não!? E eu também me inquietei com essas perguntas que o Fernando Moreira faz em seu texto. O fato é bem interessante, não é? E pode ser ilustrativo. Eu pensei numas coisas assim que li isso. Acompanhe comigo o raciocínio.

Suponhamos que esse menino represente cada um de nós. A gente ouve falar que existe "Deus" e blá-blá-blá e coisas do gênero, tipo, que a vida pode ser diferente se a gente conhecê-Lo. Mas a gente vai crescendo, vai vivendo, vai ouvindo tantas outras coisas, exceto um suspiro sequer de Deus. Tem gente que vira e mexe aparece na nossa vida e fala que é possível "ouvir" esse Deus, viver com Ele a cada dia. Outros também falam de um possível "relacionamento diário com Ele". Mas os nossos ouvidos parecem não compreender bem o que eles querem dizer.

Na verdade, na nossa "deficiência auditiva"- que não é adquirida, mas congênita - é causada por um tipo de algodão que se chama "pecado". Por causa dele, continuamos e insistimos a não ouvir a voz dEle. Com o passar do tempo e à medida em que vivemos, descobrimos que os diagnósticos e prognósticos de vida não nos satisfazem na medida e intensidade que queríamos ou na plenitude do que se costuma chamar de "vida". Muitas vozes dizem que não há o que fazer, a vida é assim mesmo e a gente vai vivendo.

Assim como os "médicos" disseram que não havia o que fazer para o garotinho britânico, os outros não conseguem enxergar a nossa carência e a necessidade que temos de ouvir os sons da vida. No fundo, sabemo-nos surdos, desistimos diante dos tantos médicos que dizem que não há o que fazer. Desistimos de lutar contra "a nossa surdez congênita" e conformamo-nos surdos. A gente, na verdade, grita lá dentro para ouvir Deus.

O "cotonete" vai nos impedindo. Mas, Deus resolveu dar um jeito para remover o "cotonete". Através de Jesus Cristo, Seu Filho, Ele se fez gente e viveu com a gente. Esse mesmo JC pagou o preço pelos nossos "cotonetes" que nos impediam de ouvir a voz de Deus. A cura da "surdez" já é possível através de Cristo. Muitos "estudiosos" falaram disso. De acordo com Isaías, "ele (Jesus Cristo) foi esmagado por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas feridas fomos curados"(53.5). Só para relembrar, ele foi crucificado.

Nove anos se passaram até que o menino pudesse ouvir bem. E eu? Há quanto tempo estou deixando meus ouvidos entupidos de "cotonetes"? Quantas vezes quero colocar mais e mais "cotonetes" para entupí-los e fazer-me surdo à constante voz dEle? Na verdade, Ele consegue falar com a gente mesmo na nossa "surdez".

"'Quando estávamos no jardim eu precisava gritar oito ou nove vezes para que Jerome me ouvisse', contou o pai, Carsten Barten". Dizem que Deus é Pai... E Ele também tem chamado você e eu para junto dEle. E Ele vai chamar você até que você atenda e/ou entenda! Esse Pai sabe muito bem dos nossos "cotonetes" e mesmo assim quer ficar perto de nós.

Bem, a cura da "surdez", a retirada dos "cotonetes" e o ouvir à voz do Pai estão disponíveis através de Jesus Cristo: aquele que tomou para Si toda a nossa culpa, nosso pecado. É Ele que pode dar um jeito na nossa situação.

"Se hoje vocês ouvirem a sua voz, não endureçam o coração" (Hebreus 3.15).

Ouviu?